sábado, 22 de abril de 2017

I Encontro Mídias, Infâncias e Diferenças: audiências e agências em foco

Apresentação: Em sua primeira edição, o evento intitulado I Encontro Mídias, Infâncias e Diferenças: audiências e agências em foco busca criar espaços de discussão sobre possibilidades ativas para professores e crianças quanto à criação de conteúdos midiáticos/tecnológicos, reunindo diferentes pesquisadores da área e instituições que vêm desenvolvendo estudos nesse campo, ainda em formação. Na contramão de uma proposta gerada por concepções instrumentais/tecnicistas e imediatistas sobre o saber/fazer docente e das crianças, assim como sobre as mídias - onde a governamentalidade, no dizer foucaultiano, é matriz central e referencial das propostas de desenvolvimento de “materiais instrucionais” ou das “tecnologias assistivas”, por exemplo - o evento procura oportunizar a compreensão de forma mais aprofundada sobre os múltiplos impactos subjetivos nas culturas infantis, assim como a constituição da profissionalidade docente nesse contexto, na tentativa de viabilizar a abertura de um maior protagonismo adulto e infantil, num cenário de consumo de mídias/tecnologias “prontas” que se encontra, via de regra, sendo gestado por grandes empresas, corporações e pelas maiorias culturais/linguísticas. Obviamente, tais instituições não podem refletir as concepções, desejos e a autonomia dos partícipes dos processos educativos (por exemplo, softwares, aplicativos, sites, entre outros objetos digitais, desenvolvidos PARA o professor e PARA as crianças e não concebidos/realizados POR/COM o professor e POR/COM as crianças). Objetivos: Criação de espaços de discussão sobre agência infantil e docente quanto ao desenvolvimento de diversos conteúdos midiáticos/tecnológicos e processos de audiência, reunindo pesquisadores da área e instituições que vêm desenvolvendo estudos e recursos digitais nesse campo, ainda em formação. Discussão sobre o protagonismo infantil e cotejamento de movimentos de inclusão na pluralidade nesse âmbito (numa perspectiva antropológica e não através de propostas e concepções de normalização, como destacado em SKLIAR, 2003, e padronização de agências e audiências): pluralidade de semioses, de identidades, de infâncias, de currículos, de escolas, de práticas, produções, experiências, etc. compreensão de forma mais aprofundada sobre os múltiplos impactos subjetivos nas culturas infantis, a partir de distintas áreas do conhecimento no diálogo com a psicologia, assim como a reflexão sobre constituição da profissionalidade docente nesse contexto, na tentativa de viabilizar a abertura de um maior protagonismo adulto e infantil, num cenário de consumo de mídias/tecnologias “prontas”. Público-alvo: Professores e pesquisadores da área; produtores de conteúdo midiático-tecnológico; estudantes de graduação e pós-graduação em educação e áreas afins. Localização: Centro de Convenções da Unicamp. Rua Elis Regina, 131. Cidade Universitária “Zeferino Vaz” Campinas–SP. CEP 13083-854. Outras informações em https://www.fe.unicamp.br/encontromidias2017/

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Marcha pela Ciência: gesto contra a ofensiva irracionalista no mundo.

Em artigo publicado nesta quarta (19/4), o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, faz um convite para a participação na Marcha pela Ciência e analisa a conjuntura política e econômica do país. O evento mundial terá sua edição no Museu Nacional da UFRJ no próximo sábado, das 10h às 14h, na Quinta da Boa Vista, e tem apoio nacional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
foto: Diogo Vasconcellos (CoordCOM/UFRJ). Confira a íntegra do texto: Marcha pela Ciência: um gesto contra a ofensiva irracionalista no mundo O Brasil caminha na contramão do que seria a melhor estratégia para enfrentar uma crise econômica: investir em conhecimento científico, pesquisa e inovação. Não nos faltam exemplos de povos que também passaram por momentos dramáticos nesse sentido, mas que apostaram no fortalecimento das universidades, dos institutos públicos de pesquisa e do aparato de Ciência e Tecnologia, por meio dos blocos de poder que se reconfiguravam no calor das lutas sociais. Foi assim no contexto da Revolução Francesa, em que as grandes Écoles e universidades foram apoiadas vigorosamente; na criação da Universidade de Berlim, que se deu em um contexto de severa crise e de guerra; e na crise de 1929, em que a universidade estadunidense foi ampliada progressivamente e a pesquisa foi fortalecida com forte apoio estatal. Países como a China respondem à crise econômica mundial com mais investimentos em ciência. O dramático quadro da economia no Brasil ganhou novos contornos com o agravamento da crise política. Como corolário, é tomado ainda por uma tectônica crise de legitimidade do Executivo, da grande maioria do Legislativo, de setores do Judiciário e de vastos segmentos da grande imprensa. Diante de um contexto tão desolador, em que o futuro torna-se carregado de incertezas, decisões erradas podem comprometer de modo duradouro o porvir. Entre as muitas decisões que estão sendo tomadas contra os direitos humanos, é preciso destacar a desregulamentação e a flexibilização dos direitos trabalhistas, a inviabilização do sistema previdenciário, em prol da previdência por capitalização vinculada aos bancos, e o estrangulamento dos recursos para as universidades e os órgãos de fomento. Embora aparentemente desconexas, as medidas que rebaixam os direitos do trabalho evidenciam que o país estará cada vez mais inserido em circuitos produtivos baseados nas atividades laborais simples, prescindindo, por isso, de um robusto sistema universitário e de ciência e tecnologia. A planilha orçamentária das universidades federais em 2017 é 13% inferior ao já exíguo orçamento de 2016, ano em que muitas universidades não puderam pagar suas contas básicas. Os cortes e contingenciamentos efetuados no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em 2017 tornam o seu orçamento equivalente a menos da metade do existente em 2005, e ainda com o agravante de que a ciência cresceu de modo importante e o ministério não incluía a área da Comunicação: é devastador. E novos contingenciamentos rondam as universidades e os laboratórios e grupos de pesquisa. A rigor, conforme as previsões oficiais, em 2017 e 2018 não haverá recursos novos para pesquisa, descontinuando investigações e grupos de pesquisa, em domínios cruciais como arboviroses, energia, agricultura, saúde, educação e cultura. A retomada não será simples. São muitos os motivos que devem levar a sociedade a apoiar a Marcha pela Ciência, no próximo dia 22 de abril. Mais de 500 cidades do mundo inteiro estão mobilizadas para defender uma produção científica independente e indispensável para a vida dos povos. No Rio de Janeiro, a manifestação acontecerá no Museu Nacional da UFRJ e nossas universidades, professores, estudantes, técnicos-administrativos e demais trabalhadores devem se animar a participar do movimento. Essa manifestação entusiasmada e crescente é inspiradora e enche de esperança os que se dedicam de corpo e alma à ciência, à tecnologia, à arte e à cultura. Além da luta contra o desmonte da universidade e da pesquisa, é um gesto contra a ofensiva irracionalista que insiste em turvar o futuro das nações. É fundamental que todos apoiem e participem das atividades e, também, das outras manifestações públicas programadas pelos setores democráticos em prol dos direitos sociais e, em particular, do desenvolvimento da imaginação criadora das crianças e jovens que protagonizam a vitalidade das instituições educacionais! Roberto Leher Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Cidade Universitária, 19/04/2017. Fonte: Assessoria de Imprensa do Gabinete do Reitor.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

AEDB: curso de Ciências Contábeis foi reconhecido pelo MEC, com alto conceito!

Implantado em 2013, o curso de Ciências Contábeis oferecido pela Associação Educacional Dom Bosco – AEDB acaba de ser reconhecido pelo Ministério de Educação – MEC, depois de ser muito bem conceituado pela Comissão de Avaliação desse Ministério, que conferiu ao curso nota 4, numa escala de 1 a 5. Com duração de 4 anos, o curso de Ciências Contábeis forma o contabilista, profissional apto a atuar em empresas de qualquer natureza, nas funções de contador geral, gerencial e de custos, auditor, controller, perito e gerente financeiro. O curso de Ciências Contábeis tem por objetivo formar profissionais com postura gerencial, para atuação no vasto campo de aplicação da Contabilidade, seja em entidades públicas ou privadas. Nesse sentido, o curso tem como objetivo geral formar profissionais e pesquisadores com capacidade crítico-analítica, visando o contínuo aperfeiçoamento da qualidade de vida da sociedade brasileira, através da produção e disseminação de conhecimentos nas áreas específicas de mensuração contábil e de modelos de gestão econômica. Pela natureza do serviço que presta, o mercado de trabalho para o contabilista é muito amplo. Além de poder abrir seu próprio escritório de contabilidade, o profissional formado em Ciências Contábeis pode trabalhar em escritórios que prestam consultoria na área tributária para instituições financeiras multinacionais e para toda e qualquer empresa industrial, comercial ou prestadora de serviço. No final de 2016, colou grau a primeira turma de contabilistas formada pela AEDB. O curso tem sido muito procurado pelos estudantes de Resende e da região. Fonte: Virginia - AEDB/NIC - Ass.Imprensa. Acesso em http://www.aedb.br/graduacao/ciencias-contabeis/

sábado, 15 de abril de 2017

Processo de Protetização do Paciente Amputado - Fases da Reabilitação.

Thais Giglio Cordeiro* RESUMO Devido a existência do grande número de pacientes amputados em diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro e do país, este estudo apresnta também um meio para esclarecer ao leigo, ao estudante e aos profissionais interessados, as etapas para a protetização do paciente amputado. Observa-se nesse contexto, que o paciente inicia o tratamento logo após a ocorrência da amputação, denominada fase pré-protética que será importante para que o coto se prepare para a colocação da prótese. Eeste artigo procura esclarecer de uma maneira inicial, as informações relevantes para o processo de protetização do paciente amputado, considerando, as dificuldades e esforços enfrentados pelo paciente, bem como das fases de gerais da reabilitação. Foram selecionados como referenciais teóricos, alguns autores, trabalhos acadêmicos e artigos nas bases de dados do sites mais utilizados como do Google acadêmico e Pubmed, e, de informações encontradas nos livros “Tratamento do Paciente com Amputação”, “Amputações de Membros Inferiores: em Busca da Plena Reabilitação”. Também considerou-se relevante a leitura de “Fisioterapia - Avaliação e Tratamento” para o estudo e revisão do artigo em questão. Os resultados que serão apresentados no contexto do artigo, definem a importância da participação do paciente em todas as etapas, e a equivalência da atuação profissional do fisioterapeuta responsável pelas fases de pré-protetização, marcha e protetização. Ficará evidente que em todas as etapas do processo de protetização será fundamental a participação do paciente e do fisioterapeuta para uma reabilitação bem sucedida. Palavras-chave: Amputados, Fisioterapia, Protetização, Reabilitação, Pré-Protetização, Pós-Protetização. * Fisioterapeuta graduada pela UFRJ.Pós Graduação Master em Traumato Ortopedia e Desportiva.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA PARA A ACESSIBILIDADE.

Quem disse que arte e tecnologia não podem andar de mãos dadas? Para provar que esses dois temas têm tudo a ver um com o outro, a Pinacoteca de São Paulo estreou uma nova exposição em parceria com a IBM. Chamado de A Voz da Arte, o projeto recorre ao popular Watson, ferramenta de inteligência artificial, para informar os visitantes a respeito das obras expostas no local de um jeito bem mais interessante e interativo. Inteligência artificial da IBM:
PraCegoVer: menina com fones de ouvido em frente a uma obra de arte – usa o software A Voz da Arte: software de inteligência artificial da IBM na Pinacoteca de São Paulo. De acordo com um comunicado da empresa de tecnologia, que completa seus 100 anos no Brasil –, educadores e curadores selecionaram algumas das peças do acervo do museu e alimentaram o sistema de inteligência artificial da IBM com uma infinidade de informações a respeito de autores, contexto histórico e curiosidades do mundo da arte. O resultado disso? Uma proximidade maior do público com quadros e esculturas, que se tornam mais interessantes e acessíveis por conta do conteúdo extra apresentado ao longo do passeio. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizado em 2010, 70% dos brasileiros nunca foram a um museu ou a um centro cultural. O projeto pretende utilizar a inteligência artificial como uma importante ferramenta para proporcionar aos visitantes uma experiência diferente no contato com as obras selecionadas, buscando contribuir para o aumento do interesse dos brasileiros pela arte. A ideia é despertar a curiosidade do público sobre o que pode estar por trás das obras, estimulando as pessoas a conhecerem mais as peças e seu contexto histórico. Ao todo, foram necessários seis meses de "aulas" para que o Watson, denominação da ferramenta de inteligência artificial da IBM, compreendesse o assunto e se tornasse apto a tirar as dúvidas dos convidados da Pinacoteca paulistana. "Partindo desse rico conteúdo, utilizamos as APIs de entendimento de linguagem natural e sistema de voz disponíveis no IBM Bluemix em conjunto com as capacidades cognitivas de aprendizado do Watson e criamos uma experiência simples, intuitiva e acessível", explicou a companhia em seu site. "Em um mundo tão tecnológico, os museus não poderiam ficar para trás. A Pinacoteca está sempre se reinventando e criando estratégias para falar com seus públicos. A parceria entre a Pinacoteca e a IBM representa esse esforço, que resultou em uma ação inédita, interativa e acessível", disse Paulo Vicelli, diretor de relações institucionais da Pinacoteca de São Paulo. Para que o usuário possa fazer parte dessa experiência, o museu vai disponibilizar na entrada da exposição um dispositivo eletrônico com o aplicativo que complementa A Voz da Arte. A partir daí, basta caminhar pelo espaço para receber notificações sempre que você estiver próximo a uma das obras interativas, com o app abrindo espaço para perguntas sobre o item – com toda a interação sendo realizada por áudio e voz e inteiramente em português. (. Além de fazer a descrição em áudio das obras para deficientes visuais, a interação também pode se dar na forma de chat escrito para deficientes auditivos. Ao todo, o Watson responde perguntas sobre sete obras do acervo da Pinacoteca, são elas: Mestiço, de Cândido Portinari (1934); Saudade, de Almeida Junior (1899); Ventania, de Antonio Parreiras (1888); São Paulo, de Tarsila do Amaral (1924); O Porco, de Nelson Leirner (1967); Bananal, de Lasar Segall (1927); e Lindonéia, a Gioconda do subúrbio, de Rubens Gerchman (1966). O sistema de inteligência artificial aplicada a interatividade em obras de arte foi desenvolvido pela IBM Brasil e treinado em parceria com curadores da Pinacoteca. Sobre a inteligência artificial ou Computação Cognitiva: A computação cognitiva é considerada a Terceira Era Computacional, cujo maior objetivo é aumentar a capacidade cognitiva do ser humano. Seus sistemas reproduzem com certa semelhança a forma humana de pensar, interagir e aprender, extraindo conhecimento de dados não-estruturados – com fontes e formatos distintos como textos, imagens e vídeos. Os insights gerados podem contribuir para a solução de problemas complexos da humanidade e das empresas. Assista uma demonstração do software de inteligência artificial da IBM na Pinacoteca de São Paulo. Serviço: O projeto A Voz da Arte fica disponível para os visitantes da Pinacoteca até o dia 5 de junho e pode ser conferido de quarta a segunda, das 10h às 17h, na Praça da Luz, 2. O preço integral dos ingressos fica em R$ 6, enquanto a meia para estudantes, crianças e idosos custa apenas R$ 3. Vale notar que, aos sábados, a entrada é completamente gratuita. ORIGEM: IBM Brasil. Fonte: Blog da Audiodescrição. Acesso em http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2017/04/inteligencia-artificial.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BlogDaAudiodescricao+%28Blog+da+Audiodescri%C3%A7%C3%A3o%29

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro

Pós-graduação Lato Sensu em Filosofia Moderna e Contemporânea. Acesse www.faculdadesaobento.org.br Inscrições abertas até 28 de abril de 2017.

sábado, 1 de abril de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

8º Fala Outra Escola: Re-existir nas pluralidades do cotidiano.

Tipo: Seminário. Data: 25/07/2017 - 09:00 a 28/07/2017 - 18:00. Período de inscrições: 20/03/2017 - 08:00 a 19/07/2017 - 23:00. Local: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Realização: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada (GEPEC/FE-Unicamp) Inscrições: http://falaoutraescola.fe.unicamp.br/br/node/338 Apoio: CAPES e FAEPEX. Desde 1996, o GEPEC - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada - realiza o Seminário FALA OUTRA ESCOLA, com o intuito de possibilitar que professores e profissionais da escola possam partilhar seus conhecimentos e saberes constituídos com seus estudantes e construídos no cotidiano educativo-escolar. No VIII Seminário Fala Outra Escola: “Re-Existir nas pluralidades do cotidiano”, por nós organizado, queremos a pluralidade das ideias, as histórias contadas, sensibilidades vividas, em tempos obscuros, de incertezas, no encontro dos cotidianos, em tantos outros espaços construídos, de tantas outras escolas sonhadas. Neste Seminário, queremos que todos os sujeitos da escola e da sociedade saibam dessas experiências. Queremos narrativas plurais, de sujeitos inesgotáveis: do estudante ao professor, do funcionário ao gestor, passando pelo pesquisador e o formador docente de dentro da escola ou da universidade. Fonte:Associação de Leitura do Brasi - Acesso em http://blog-alb.blogspot.com.br/2017/03/8-fala-outra-escola-re-existir-nas.html

quarta-feira, 29 de março de 2017

ABRH-RJ-EXPO RH-RIO 2017

Editora Gregory

Foi fundada em 2012, tem como objetivo principal publicar livros por demanda, descomplicando o processo que o escritor encontra ao editar um livro por conta própria. A Gregory não tem uma linha editorial específica, publica-se livros de todas as áreas, assuntos e gêneros. Sempre atendendo o escritor com profissionalismo e agindo com a maior transparência possível para que se firme o caráter, comprovando que a Editora Gregory é uma empresa séria e sustentada pelos pilares da moral e da ética e acima de tudo dirigida por Deus. CONTATO: Telefones: (11) 4508-2048. (11) 4508-2068. ID: 55*97*157384 (nextel). E-mails: sac@editoragregory.com.br (apoio ao cliente); comercial@editoragregory.com.br (compras e vendas); editorial@editoragregory.com.br (Editorial, Livros). Acesso em http://editoragregory.wixsite.com/editoragregory

sexta-feira, 24 de março de 2017

IPAE: Curso de especialização profissional: Direito Educacional.

Curso de especialização profissional: Direito Educacional que tem objetivo de aperfeiçoar advogados e demais profissionais que se dedicam à área jurídica de estabelecimentos de ensino e organizações sociais, transmitindo os mais modernos conceitos, fundamentos e práticas que se verificam nas relações juspedagógicas, para mais informações acesse o link: http://www.ipae.com.br/md/125/ Avenida Rio Branco, 156 - Conjunto 1926 - CEP 20040-901 - Rio de Janeiro - Brasil. 55 21 3905-0964 / 3471-6301 - ipae@ipae.com.br - http://www.ipae.com.br

quinta-feira, 23 de março de 2017

Encontro Locaweb em Belo Horizonte

Participe do 19º Encontro Locaweb e fique por dentro de tudo de mais atual que está rolando em tecnologia e digital. http://eventos.locaweb.com.br/

segunda-feira, 20 de março de 2017

Instituto de Dança Priscila Ferraz

Aula experimental gratuita no Instituto de Dança Priscila Ferraz! Venha nos conhecer! "Venha aprender a arte da dança com quem ensina de verdade!"💃🏻🕺🏽💃🏻
🕺🏽

sexta-feira, 17 de março de 2017

PUC-Rio: Cursos de especialização e extensão

Cursos com matrículas abertas: Arte e Filosofia - Início em Agosto. Local: Gávea - Terças e quintas-feiras, das 19h às 22h30. Coordenação Central de Extensão - Ligue para 0800 970 9553 ou 0800 970 9556. cce.puc-rio.br

Vida Mental: novos cursos em parceria com a Universidade Paulista​

A Vida Mental oferece cursos de Pós-Graduação em parceria com a Universidade Paulista - UNIP. São mais de 5 anos de parceria e muitas turmas formadas ao longo deste período. O 1º processo seletivo de 2017 está aberto e eles contam com novos cursos, agora no formato semipresencial. Isso possibilita uma maior flexibilidade para o profissional, mas mantendo a qualidade de ensino como nos cursos presenciais. Conheça eles: - Pós-Graduação em Dependência Química: Prevenção, Intervenção e Tratamento Multiprofissional (SEMIPRESENCIAL): O objetivo principal desse curso é habilitar os profissionais de saúde e os interessados no tema da dependência química para atuarem com conhecimentos técnicos, práticos e atualizados na prevenção, rastreio, avaliação e intervenção individual e coletiva de portadores de dependência química e seus familiares. Unidade Paraíso. - Neurociências Forenses (SEMIPRESENCIAL): Esse curso possibilitará a compreensão do papel dos neurocientistas forenses nos diversos contextos de atuação, além de abordar as principais legislações relacionadas aos transtornos mentais nas áreas civil, penal e trabalhista serão apresentadas e discutidas criticamente. Unidade Paraíso . - Neurociências na Infância e Adolescência (SEMIPRESENCIAL) O curso tem como objetivo habilitar os profissionais para atuarem com conhecimentos técnicos, práticos e atualizados na área das neurociências na infância e adolescência. Unidade Paraíso. - Neurociência na Terceira Idade (SEMIPRESENCIAL): O objetivo principal dessa especialização é habilitar os profissionais de saúde e interessados de outras formações universitárias, para atuarem com conhecimentos técnicos, práticos e atualizados na área das Neurociências na Terceira Idade. Unidade Paraíso Compartilhe esse e-mail também com seus amigos, colegas e profissionais que possam se interessar!!! Maiores informações: Rosineide Lima - rosineide@vidamental.com.br - (11) 9 9901-6189 WhatsApp. Coordenador do Curso - Prof. Hewdy Lobo. (11) 9 9622-8835 WhatsApp. Ou diretamente na Universidade Paulista - UNIP. (11) 2166-1066 / 0800-010-9000.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Boletim de Eventos da UFRJ

Inscrição: A confirmação de inscrição no evento é de responsabilidade do organizador do mesmo. Valor: Gratuito. Período de inscrição:Não é necessário fazer inscrição. Instituição responsável: UFRJ (Faculdade de Educação). Email do organizador: sitefeufrj@gmail.com - Telefone de contato: 3938-5063. Site: www.educacao.ufrj.br

sexta-feira, 3 de março de 2017

Informativo Formação Freudiana

Copyright © 2017 Formação Freudiana, All rights reserved. Você recebeu este e-mail por ter sido cadastrado no site da Formação Freudiana. Acompanhe as novidades de nosso site www.freudiana.com.br e detalhes das atividades da Formação Freudiana. Formação Freudiana. Av .das Américas , 500. Bloco 21 / loja 143. Rio de Janeiro, RJ 22640-100.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Revista Reação

Há mais de 19 anos no mercado editorial brasileiro, a REVISTA NACIONAL DE REABILITAÇÃO (REVISTA REAÇÃO) se destaca por sua qualidade jornalística, pela relação profissional e de qualidade que mantém com seus parceiros e anunciantes do setor e por sua constante atualização e aproximação com seus leitores, transmitindo informações claras sobre o que é buscado por seu público e sendo caracterizada como uma verdadeira plataforma de comunicação (tanto impressa, como digital) – como um real porta-voz – das Pessoas com Deficiência, Mobilidade Reduzida, Familiares e Profissionais do Setor no Brasil e no mundo. Hoje, com 20 mil exemplares, a Revista chega diretamente às mãos dos leitores em todo o Brasil e em mais 17 países onde tem assinantes. Importante: A Revista Reação não é vendida em bancas, chega diretamente no endereço de seu público via Correio. A publicação conta com um time exclusivo de colunistas e articulistas consagrados no universo da PcD e com outros inovadores em seus assuntos e conceitos, que trilham conosco o caminho da Inclusão e da Acessibilidade. Nosso diferencial é trazer informações “PARA” as Pessoas com Deficiências, não nos limitando a falar somente SOBRE a pessoa com deficiência, mas sim diretamente para as PcD, Familiares e Profissionais do Setor. Dentre nossas páginas, abrangemos assuntos sobre: política, trabalho, associações, cultura, empregabilidade, sexualidade, lições de vida, direito, esporte, tecnologia, eventos do setor, mercado, testes drives de veículos adaptados, mulher, música e arte, motor e velocidade, web, entrevistas com pessoas importantes da área, entre várias outras informações destinadas as Pessoas com Deficiência e seu dia a dia. A Revista Reação é a única que traz o Caderno Técnico & Científico encartado em todas as edições, trazendo artigos escritos por especialistas da área da saúde em geral. A publicação traz, exclusivamente, o Caderno de Cidades - Acessibilidade e Mobilidade Urbana, que trata sobre a acessibilidade nas cidades brasileiras, também incluso regularmente nas edições. Divulgação cultural, reflexão sobre a identidade da Pessoa com Deficiência, incentivo à inclusão, diálogo com a sociedade brasileira em geral, defesa dos direitos e influência política são as principais marcas da Revista Reação. O equilíbrio de todos estes fatores faz da Revista Reação, nestes mais de 18 anos de vida, uma publicação com tradição e vanguarda – motivo pelo qual conquistou e manteve a simpatia de seus leitores e também se tornou um veículo ímpar como ferramenta de luta da Pessoa com Deficiência, além de referência para empresas, entidades e associações em suas campanhas institucionais ou de outras metas em prol do seguimento.
http://www.revistareacao.com.br/

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Estação das Letras: Casulo - Laboratório de impulsos e acompanhamento de artefatos literários

O laboratório é um espaço para quem tem projetos literários em fase de desenvolvimento e busca leitura, diálogo e novos impulsos. Os projetos dos participantes serão debatidos em sua concepção, seu esqueleto e sua carpintaria textual, dependendo do estágio em que estiverem. Como impulsos, utilizaremos amostras de obras contemporâneas – de prosa, poesia, arte ou audiovisual – e proposições de exercícios que possam dialogar com os projetos dos participantes, sejam eles ficções curtas, longas ou outros formatos e linguagens artísticas que dialoguem com a literatura. A proposta do laboratório é ser um espaço de contaminação e maturação, de onde cada um saia com seu projeto mais sólido do que quando entrou. Pré-requisito para participação: envio de um texto com 2.000 caracteres dizendo por que desejam fazer a oficina até 24 de março de 2017. OBS.: O resultado dos trabalhos do Casulo poderá ser publicado, em princípio virtualmente, no site da Estação na seção Prosa Experimental. Prof. Leonardo Villa Forte - Escritor, artista, professor, com experiência no mercado editorial. Mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-RJ, graduado em Psicologia pela UFRJ. Autor de O princípio de ver histórias em todo lugar (romance), Agenda (conto) e O explicador (contos), Paginário (intervenção urbana) e MixLit – O DJ da Literatura (blog e série de colagens). Nosso endereço: Estação das Letras. Rua Marquês de Abrantes, 177 - Lojas 107/108 :: Flamengo. Rio De Janeiro, RJ 22230-060. Brasil. Telefone: (21) 3237-3947. http://estacaodasletras.com.br/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Instituto Escuta: Crianças com implante coclear ganham novo instituto em São Paulo.

O implante coclear é um aparelho cirurgicamente implantável que permite que pessoas com surdez moderada a profunda tenham acesso aos sons, inclusive aos da fala. Em 22 de outubro passado, foi inaugurado o Instituto Escuta, localizado na Vila Mariana, na capital paulista, única instituição do gênero a trabalhar com crianças e também com suas famílias. De acordo com a diretora clínica do Instituto, Carla Rigamonti, apesar de proporcionar o acesso aos sons da fala, o implante coclear não garante que a criança – mesmo que implantada precocemente – desenvolva a língua oral. Para isso é fundamental que os cuidadores saibam da importância da manutenção, dos estímulos e da frequência a uma terapia fonoaudiológica de qualidade. É necessário também que a escola esteja preparada para estimular uma criança implantada da melhor forma possível e é importante que a família faça o acompanhamento devido com o grupo de implante coclear. “Esses são alguns fatores cruciais para que a criança possa adquirir a língua oral”, explica a diretora. “No Escuta, nossa ideia é acompanhar a família semanalmente, com atenção especial a esses aspectos e à qualidade de vida do núcleo familiar como um todo”. O projeto nasceu dentro de uma empresa de importação e comercialização de produtos médico-hospitalares, a Politec Saúde, há 4 anos. “Essa fase mostrou a importância do acompanhamento frequente às famílias, que se sentiam amparadas e empoderadas em relação ao tratamento. Por meio do Projeto de Intervenção recebíamos as famílias semanalmente por duas horas e meia, durante um mínimo de seis meses, e realizávamos atividades específicas para cuidadores e crianças usuárias de implante coclear, considerando a importância fundamental do adulto para o desenvolvimento pleno da criança”, lembra Carla. Com a inauguração do novo instituto, a Politec continua patrocinando o projeto mas não mais exclusivamente. “Sabiamos que, na transição para o terceiro setor, teríamos a oportunidade de crescer, atender mais famílias e desenvolver novos projetos. O que mudou é que poderemos atender usuários de todas as marcas de implante coclear e ampliar o número e o formato de atendimentos e de famílias atendidas”, explica a diretora. Além do Projeto de Intervenção, que será agora anual, já oferecido, o Instituto fará também uma avaliação interdisciplinar e, a médio prazo, terá atendimentos clínicos individuais e familiares. “Com a família, realizamos palestras de orientação sobre temas relacionados à surdez, desenvolvimento de fala, direitos e benefícios, entre outros. Queremos que os pais tenham acesso às informações e possam ser menos dependentes dos profissionais. Fazemos também oficinas artesanais, com a ideia de que os pais possam pensar em outras coisas que não exclusivamente o tratamento e desenvolvimento do filho. E, por fim, semanalmente temos o grupo de apoio, onde todos são convocadas a falar”, informa Carla. A avaliação é gratuita, e o investimento no Projeto de Intervenção será definido mediante análise de perfil socioeconômico. Podem participar crianças até 10 anos de idade. Para ter acesso, é preciso entrar em contato pelo telefone ou e-mail: contato@institutoescuta.org Até 21 de dezembro, o Instituto está em campanha de financiamento coletivo para garantir pelo menos um grupo de Projeto de Intervenção em 2017. A arrecadação é por meio da plataforma HYPERLINK "http://juntos.com.vc/" juntos.com.vc . Para doar, basta acessar: "http://www.juntos.com.vc/pt/institutoescutaorg#about". O Escuta tem ainda parcerias com outras entidades do terceiro setor nas recompensas. Uma dela, por exemplo, é uma aula introdutória à Língua Brasileiras de Sinais em parceria com o Centro de Educação para Surdos Rio Branco. ICEL – Interação Cultura Esporte e Lazer Fazer exercícios físicos, praticar esportes, participar de passeios culturais, trocar experiências e encontrar novas amizades. Pensando na importância de tudo isso para o bem-estar de qualquer pessoa, os amigos Sandro Brito e Paulo Scarpelli, que estudavam na Universidade Santo Amaro (UNISA), criaram um projeto destinado a pessoas com deficiência física que usam cadeiras de rodas. Assim nasceu o ISE – Interação Saúde Especial, em 2009, que mudou de nome e se tornou uma Organização Não Governamental (ONG) e hoje tem o nome de ICEL – Interação Cultura Esporte e Lazer. Atualmente o grupo é composto por 20 participantes, a maioria homens, que se reúnem nas manhãs de domingo no CEU Cidade Dutra (zona sul capital paulista), de 9h às 11h. Os encontros começam com exercícios para melhorar a condições física e as habilidades motoras. O ponto forte é o jogo treino para trabalhar tudo que foi desenvolvido no dia. “Atualmente temos o Handebol em Cadeira de Rodas (HCR4), estamos iniciando o tênis de mesa, além de fazer recreação na piscina, porém o Handebol é o principal esporte”, conta Scarpelli. No final de 2013, o grupo participou de duas etapas do V Campeonato Paulista de HCR4 representando a cidade de São Paulo como a única equipe da capital. “Tivemos grandes dificuldades para acompanhar o restante dos times porque não possuímos cadeiras de rodas esportivas essenciais para esta modalidade, sendo assim contamos com a boa vontade das outras equipes em nos cederem as cadeiras de seus atletas no intuito de termos mais possibilidades para atuar no evento”, explica o idealizador do grupo. O sonho agora, de acordo com Sandro de Brito Ribeiro, que ministra o treinamento de Handebol, é expandir as atividades em um espaço próprio com melhor infraestrutura, além de agregar outras pessoas e novos voluntários. Na parte cultural, uma vez por mês, o grupo costuma ir a teatros, circos, museus, visitar parques, e assistir a shows musicais, contanto com o serviço de transporte Atende/SPTRANS, da Prefeitura de São Paulo. Para Scarpelli, a prioridade para 2017 é conseguir cadeiras esportivas adequadas, além de um espaço público definitivo, para seja possível treinar também durante a semana, já que o CEU é liberado só aos domingos. O grupo quer também participar das etapas do HCR4 do Campeonato Paulista, além de ampliar o campo de atendimento. O ICEL aceita novos participantes, desde que tenham, no mínimo, 16 anos de idade e consigam tocar a sua própria cadeira de rodas, além de terem um atestado médico, confirmando estarem aptos para atividades físicas. Nessas atividades é necessário um responsável presente. Como a participação é totalmente gratuita, o ICEL está em busca de voluntários, apoiadores e patrocinadores. Os contatos com o grupo podem ser feitos pelo e-mail: "mailto:icelsp2016@gmail.com" A ONG tem ainda uma página no facebook. Fonte: Revista Reação. Acesso em http://www.revistareacao.com.br/Edicoes.php?e=113&c=13002&d=0

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Aprender uma língua através da interculturalidade

A Dra. Lidia Cámara, que recentemente deu uma conferência na Universidade Europeia do Atlântico, explica em conferência TEDx a importância da interculturalidade para combater a xenofobia A Alemanha vinha recebendo imigrantes sem impor muitas restrições. Com a avalanche de refugiados que chegaram recentemente provenientes de países como a Síria e o Afeganistão, a questão da imigração volta a ser elemento-chave de integração social e novos ataques de xenofobia aparecem. Como ressalta a doutora em Linguística e professora da Universidade Humboldt (Alemanha), Lidia Cámara, durante conferência TEDx em Valladolid (Espanha), cada vez há mais detratores da poítica de receber imigrantes. Porém, Lidia Cámara lembra que a metade destas pessoas que fogem de seus países são menores de idade, segundo dados da UNESCO. Um dos elementos-chave para o processo de integração destes refugiados é o aprendizado do idioma alemão. Como linguista, ela destaca que não somente para os refugiados, senão para todos os imigrantes de maneira geral. Assim como a língua ajuda à integração social, ela também pode servir como meio de exclusão social. “Se por exemplo, tem uma competência linguística pobre, ou uma entonação estrangeira, ou um dialeto determinado de uma região”, até mesmo deficiências na linguagem oral como a gagueira, estes aspectos “influenciam em como as pessoas vão te aceitar ou vão te marginalizar na sociedade”, afirma. Na Alemanha, há centros que ensinam gratuitamente a língua alemã. Nestes centros, falta a presença de meninas refugiadas. A professora Lidia Cámara, interessada em atuar socialmente para a integração deste coletivo, criou junto a outros especialistas o projeto HalloFoto!, para desenvolver as competências comunicativas e criativas destas adolescentes em um espaço de interação e interculturalidade. Como metodologia, usaram as tabelas de comunicação aumentativa que ajudam as pessoas que não têm a linguagem oral desenvolvida. As tabelas estão compostas por pictogramas e um vocabulário formado por palavras mais repetidas na língua, de forma espontânea. Mas como destaca a Dra. Lidia Cámara, o mais importante da ação foi reunir a interculturalidade de maneira lúdica, sem ressaltar as diferenças, através de atividades como a produção de fotografias, ou excursões. O projeto se destacou na imprensa local por oferecer saídas às correntes xenófobas que vêm crescendo no país e a equipe resolveu criar uma licença Creative Commons para que todos possam replicar o projeto em outras regiões do país, ou do mundo. Novas formas de se comunicar e interagir podem romper estereótipos e construir pontes. O projeto “também conseguiu desenvolver identidades transformadas, poderosas e interculturais, e estas identidades não estão baseados no consenso, e sim, no respeito mútuo”, diz a linguista. Veja a conferência completa em: Nota: A Universidade Europeia do Atlântico forma parte da Rede Universitária com que colabora FUNIBER Foto: Todos os direitos reservados. Fonte: FUNIBER. Acesso em https://blogs.funiber.org/pt/formacao-professores/2016/12/23/funiber-lingua-interculturalidade?utm_source=Boletines%20de%20Noticias&utm_medium=&utm_campaign=Bolet%C3%ADn%20de%20FORMACION%20DE%20PROFESORES&utm_term=

Casa do Saber Rio

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Doutorado e Mestrado em Psicologia - UCES - Buenos Aires - Turma julho 2017

Título reconhecido no Brasil. Processo seletivo por análise curricular. Pré-requisito: graduação de no mínimo 4 anos. Envie seu currículo completo para o e-mail: doutorado@doutoresdobrasil.com.br - Vagas limitadas! Doutorado: • Doutorado em D. Constitucional • Doutorado em Direito Civil • Doutorado em Direito Penal • Doutorado em Direito Laboral • Doutorado em Saúde Pública • Doutorado em Psicologia. Mestrado: • Mestrado em Direito Empresarial • Mestrado em Criminologia • Mestrado em Gestão da Educação Supeiror • Mestrado em Administração da Saúde • Mestrado em Negócios Internacionais • Mestrado em Marketing Estratégico • Mestrado em Estudos Ambientais • Mestrado em Recursos Humanos. Mais Informações: Instituto Doutores do Brasil. Rua Cândido Portinari, 27, Ed. River Center, sala 305, Santa Luíza. CEP 29.045-415 - Vitória - Espírito Santo. Telefone: 0800 600 2669.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CCE - PUC-RIO

Cursos com matrículas abertas nas áreas de Artes & Design: Animação 2d Digital de Recorte (Cut-Out Animation) - Princípios Básicos no After Effects; Arte Digital: Arquivo de Impressão; Arte Moderna: do Impressionismo ao Expressionismo Abstrato; Arte, Educação e Inclusão com Orientação Universitária - a.e.I.o.U; Coreldraw; Design da Estrutura Narrativa Cinematográfica: Roteiro para Cinema; Introdução à Arte Moderna: do Neoclássico ao Impressionismo; Introdução ao Adobe Indesign; Introdução ao Adobe Photoshop; Produção de Moda; Workshop Rio em Desenhos; Coordenação Central de Extensão. Ligue para 0800 970 9553 - 0800 970 9556. WahtsApp 21 97658 6094. cce.puc-rio.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro: Informativo.

Autoatendimento Conexão RJ-BR – Adm. Marcos Kalebbe, Diretor de Fiscalização e Registro do CFAConexão RJ-BR – Adm. Marcos Kalebbe, Diretor de Fiscalização e Registro do CFA. Rádio CRA-RJ - Cerimônia de Posse da Nova Diretoria e Conselheiros do CRA-RJ. UCADM - 250 Cursos em diversas áreas. Central de atendimento: Telefone: (21) 3872-9550. Email: atendimento@cra-rj.org.br - Horário de Atendimento: Segunda a Sexta das 09h às 18h. Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro Todos Direitos Reservados | Rua Professor Gabizo, 197 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20271-064.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Estação das Letras: cursos em Fevereiro

Princípios Essenciais da Escrita Criativa: Nesta breve oficina, pretende-se verificar cinco princípios básicos da escrita ficcional, refletindo sobre a teoria, verificando exemplos de sua ocorrência e aplicando-os em exercícios criativos. Prof.ª Noemi Jaffe. Dia 04/02 (sábado) das 10h às 17h | Carga horária: 6h. Como Escrever seu Romance: O curso abordará as seguintes etapas do processo criativo e de elaboração de um romance: Mecanismos da ficção: arco narrativo, plot, estrutura e ponto de vista. Criação de personagens. Descrição e cenário. Diálogos. Revisão e autoedição. O mercado editorial e o caminho até a publicação. Prof. Raphael Montes. Dia 04/02 (sábado) das 10h às 17h | Carga horária: 6h. Oficina do Romance: O curso abordará as principais etapas do processo criativo e de elaboração de um romance, aprofundando aspectos como: a voz narrativa, o enredo, a construção de personagens, a estruturação, a criação de capítulos, os tipos de romance e suas tênues fronteiras. Voltado para escritores iniciantes com ou sem manuscritos produzidos, ou mesmo autores com livros publicados que desejam aperfeiçoar suas técnicas, as aulas irão mesclar leitura de trechos de romances escolhidos - entre clássicos e contemporâneos - com dinâmica em grupo, que tem como intuito estimular um plano de obra literária a ser desenvolvido por cada aluno. Profª. Lilian Fontes. De 06/02 a 05/06 (2as feiras) das 18h45 às 20h45 | Carga horária: 32h. Oficina Escrevendo Livros Infantis e Juvenis: Do texto ao esboço de um livro para crianças: o processo de escrever, passar a limpo, fazer a arquitetura/o design de um livro. Leitura e discussão de obras consagradas para crianças. Exercícios de criação literária e da programação visual de um livro. Com a participação de diferentes convidados da área de design e ilustração de obras para a infância. Venha planejar e criar o seu livro! Profª. Ninfa Parreiras De 07/02 a 27/06 (quinzenalmente, às 3as feiras) das 16h30 às 18h30 | Carga horária: 22h. Oficina do Conto (Introdução): Leitura e estudo de contos que representem diferentes tendências; discussão das possibilidades oferecidas pelo gênero; estímulo da produção entre os alunos; leitura e análise desta produção. Prof. João Paulo Vaz De 07/02 a 27/06 (3as feiras) das 18h45 às 20h45 | Carga horária: 40h. Oficina de Poesia Destinada a escritores que desejam aprofundar seus conhecimentos e sua prática textual para publicação. Criação de textos. Prof. Carlito Azevedo. De 08/02 a 28/06 (4as feiras) das 18h45 às 20h45 | Carga horária: 40h^. ECONOMIA CRIATIVA EM CULTURA EDITORIAL: – Gestão e empreendedorismo para criativos O mercado editorial é composto por diversos segmentos de negócios, como livrarias, editoras, distribuidoras, startups, agências, empresas prestadoras de serviço editorial e segmentadas em comunicação, conteúdo, design, entre outras áreas desenvolvedoras e difusoras de publicações. Que pré-requisitos estes gestores e profissionais precisam ter? Quais são as principais demandas? E as empresas, como devem se posicionar no mercado? Saiba como funciona a gerência e a produção de pequenos e médios negócios na área editorial. Profª. Michelle Strzoda De 08, 15 e 22/02 (4as feiras) das 18h30 às 21h | Carga horária: 7h30min. Janela sobre a Palavra – Escrita Criativa II: O objetivo da oficina é levar o aluno a debruçar-se sobre a palavra, buscando a forma mais adequada de expressar as ideias, a desenvolver a escrita com criatividade e a exercitar o olhar para o aprimoramento do texto. Produto final: Caderno de Texto. Limite: 10 vagas. Profª. Silvia Carvão De 08/02 a 03/05 (4as feiras) das 18h45 às 20h45 | Carga horária: 24h. Workshop de Crônica> Gênero anfíbio, que oscila entre a imaginação e a realidade, a crônica teve seu apogeu no Brasil ao longo do século 20. Já praticada com desenvoltura no século 19, grandes cronistas como Rubem Braga, em especial, mas também Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Otto Lara Resende, consagraram sua forma moderna. Importantes ficcionistas, como Clarice Lispector, poetas, como Carlos Drummond de Andrade, e dramaturgos, como Nelson Rodrigues, também a praticaram durante longos anos. Se pensarmos em nosso século 21, contudo, a crônica parece, mais do que nunca atual. Características como a inconstância, a duplicação, a falsificação e a ambigüidade, que definem nossa era digital, são marcas fortes da crônica. Nosso mundo é inconstante – a crônica é inconstante. É complexo e confuso – a crônica, apesar da aparência simples, é complexa e confusa também. Embora tenha desaparecido praticamente da imprensa – onde os cronistas foram substituídos pelos colunistas especializados -, a crônica é, sem dúvida, um gênero adequado a nosso tempo. Em encontros de três dias seguidos, de duas horas cada, nossa “Oficina de Crônica 2017” colocará em discussão os fundamentos principais da crônica. Tomaremos como ponto de partida as crônicas de Rubem Braga, reunidas no volume “As 200 melhores crônicas de Rubem Braga” (editora Record, prefácio de José Castello). Mas trabalharemos também com crônicas escritas pelos participantes, num esforço conjunto para retomar não só a atualidade, mas o caráter radical e perturbador do gênero. Que, a um só tempo, problematiza os limites tanto da literatura como do jornalismo, e coloca a ambos em questão. Prof. José Castello. Dias 09, 10 e 11/02 (5ª e 6a feira das 18h30 às 20h30 e Sábado das 10h30 às 12h30) | Carga horária: 6h Produzindo seu Livro de Ficção com Vistas à Publicação Neste curso - limitado a um máximo de 08 participantes - os alunos desenvolverão seus textos para que estes façam parte de um livro individual. Serão trabalhados textos já existentes (grupos de contos ou romance) com o objetivo de, ao final do processo, que irá até novembro de 2016, os participantes terem seu volume pronto ou em vias de finalização para publicação. A Estação das Letras não se responsabiliza pela publicação do livro. Prof. Elias Fajardo: De 09/02 a 22/06 (quinzenalmente, às 5as feiras) | Carga horária: 25h. Dias 09 e 23/02, 09 e 23/03, 06 e 20/04, 04 e 18/05 e 01 e 22/06, Turma 1 - das 15h às 17h30. Turma 2 – das 18h15 às 20h45. Formação de Editores II – Conteúdo editorial: Capacitação do processo da confecção de livros desde concepção ao público-alvo O negócio do livro e seus a(u)tores. A gestão editorial. O editor-gestor. O editor de marketing. O editor de planilhas. O livro antes do livro. Mercado editorial, mercado livreiro, mercado gráfico: parceiros adequados para cada projeto. Livro para que público? A construção do catálogo e as linhas editoriais: nichos e tendências. Os diferentes tipos de livros, editoras, autores e suas especificidades. A engrenagem editorial: perfis, profissionais, atribuições, atividades. A vocação do negócio editorial: Personalidade + visão de mercado + oportunidades. Negociações, responsabilidades, dilemas, estratégias, diagnósticos, resultados que influenciam no conteúdo. Cases nacionais e internacionais. Profª. Michelle Strzoda. Dia 18/02 (sábado) das 10h às 17h | Carga horária: 6h. Nosso endereço: Estação das Letras. Rua Marquês de Abrantes, 177 - Lojas 107/108 :: Flamengo. Rio De Janeiro, RJ 22230-060. - Telefone: (21) 3237-3947. http://estacaodasletras.com.br/

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

MANUAL DE AUDIODESCRIÇÃO PARA PRODUTOS JORNALÍSTICOS

A Editora Catarse lançou o Manual de audiodescrição para produtos jornalísticos laboratoriais impressos, de Daiana Stockey Carpes e Demétrio de Azeredo Soster. O prefácio é de Dione Oliveira Moura, ex-presidenta da SBPJor e docente e pesquisadora da graduação e pós-graduação da faculdade de comunicação da UNB e a apresentação é de Felipe Mianes, audiodescritor, consultor e doutor em educação pela UFRGS e pós-doutor pela Ulbra. A origem deste manual de audiodescrição para produtos jornalísticos remonta a 2011, quando a então graduanda em jornalismo Daiana Stockey Carpes traduziu um jornal acadêmico impresso em audiodescrição, "o Ábaco", do curso de Ciências Contábeis da Unisc, onde trabalha – para que um aluno cego pudesse ter acesso ao mesmo. Experiência primeira, seminal – basicamente a transformação de um produto jornalístico impresso em jornal falado – mas forte o suficiente para seguir reverberando na memória dos que, direta ou indiretamente, conviveram com Daiana e sua experiência pioneira em termos de Unisc. Foi o caso, por exemplo, do professor Demétrio de Azeredo Soster, responsável, à época, pela disciplina de Produção em Mídia Impressa do curso de jornalismo da Unisc, onde, entre outros se realiza, duas vezes a cada semestre, o jornal-laboratório Unicom. Da necessidade, cada vez mais latente, de se experimentar novas linguagens; com elas, a inclusão social por meio de práticas acessíveis – uma preocupação muito forte na disciplina desde à época– e do diálogo desta com a presença de Daiana em sala de aula, é que a audiodescrição é implantada, pela primeira vez, na rotina produtiva do Unicom. De início de forma simples; depois, mais elaborada, aos poucos a prática pioneira da audiodescrição no ambiente acadêmico foi se aprimorando e ganhando outras nuances: projeto experimental em 2013; monografia em jornalismo de 2014; pesquisa de mestrado em 2015, implantação da mesma na revista-laboratório Exceção, da Unisc, para ficarmos em apenas alguns exemplos . O fato é que esta experiência, reunida, a reflexão e a prática que vêm junto com ela, tornaram imperativa a elaboração deste manual, seja para auxiliar as escolas de jornalismo preocupadas com a (ausência de) acessibilidade em suas grades; para qualificar, do ponto de vista humano, a formação dos estudantes, mas, também, para instrumentalizá-los a uma prática que, sabemos, exige conhecimento técnico daqueles que ingressam no mercado de trabalho. Sobre os autores do Manual de audiodescrição em produtos jornalísticos: Daiana Stockey Carpes é jornalista, formada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e aluna do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Letras/UNISC, bolsistaBipps/UNISC. No ano de 2014, criou o site acessível Jornalismo em Audiodescrição com conteúdos que promovam a inclusão dos cegos. Neste mesmo ano, o portal ficou em segundo lugar no Prêmio Nacional de Acessibilidade Todos@Web, na categoria institucionais / entretenimento / cultura / educação / blogs. O concurso foi promovido pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), em parceria com o W3C Brasil. Em 2016, organizou o livro “Audiodescrição: práticas e reflexões”, que contou com a participação de pesquisadores e profissionais da área, no país. Demétrio de Azeredo Soster é pós-doutor pela Universidade do Vale do Sinos (Unisinos), professor -pesquisador do Programa de Pós-graduação em Letras e do Departamento de Comunicação da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), onde pesquisa narrativas e trabalha com jornalismo-laboratório desde há pelo menos dez anos. Organizou 11 livros voltados às áreas da Comunicação, do Jornalismo e da Literatura; nela, da Narrativa. É autor, em literatura, de Tempo Horizontal (Edunisc, 2013), Livro de Razão (Insular, 2014), Quase Coisa (Catarse, 2015) – finalista do prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha dos Escritores (AGES) em 2016 – e Pérolas de Pedro (Catarse, 2015). Fonte: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/

Conhecimentos acerca das abordagens cognitivas em Psicoterapia: repertório de intervenções.

conhecimentos acerca das abordagens cognitivas em Psicoterapia e expandir seu repertório de intervenções. O Curso Razão oferece a você várias oportunidades para aperfeiçoamento profissional.
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